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Em BO contra o Estado, policial civil se diz submetido a trabalho escravo


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A reportagem sobre o Boletim de Ocorrência contra o Estado feito por um policial civil de São Paulo publicada pelo site G1 na quarta-feira (25), mostra uma realidade que não é vivida apenas pelos policiais paulistas, mas sim de todos os estados brasileiros. O presidente do Sinpo-SC, Anderson Vieira Amorim, que também é diretor da Confederação Brasileira dos Policiais Civis – Cobrapol, comenta que a entidade acompanha vários casos pelo país envolvendo o assédio das chefias, que ultrapassa constantemente o limite do aceitável.

“Os Governos raramente investem em recursos humanos e quando o fazem, mantém um modelo ineficiente de administração das Polícias, precisamos urgentemente discutir a remodelagem das Polícias Civis no Brasil, sob pena da sociedade continuar pagando um alto preço pela ineficiência e ineficácia de nossas ações”, afirma Anderson.

CONFORME A REPORTAGEM DO G1:

Em BO contra o Estado, policial civil se diz submetido a trabalho escravo

Um policial civil do distrito de Porto Primavera, em Rosana, registrou um Boletim de Ocorrência contra o Estado de São Paulo para denunciar as condições de trabalho na corporação. O documento elaborado por “redução a condição análoga à de escravo”, devido à carga horária de trabalho exercida, aponta que Daniel Hubscher Ávilla, de 29 anos, que é agente policial, tem sofrido “abalos psicológicos”, além de pensar “constantemente em se exonerar do cargo e, algumas vezes, em até cometer suicídio”, por sofrer graves problemas de adaptação pela escala “sobre-humana”. Segundo Ávilla relatou ao G1, o principal motivo para a situação é a falta de efetivo.

“Aqui nós fazemos escolta a semana toda. Eu trabalho no expediente das 8h às 18h e, depois, preciso fazer as escoltas em outros municípios, como Adamantina, por exemplo. Após essa carga horária extra e sem dormir, no outro dia, preciso me apresentar novamente à delegacia para cumprir a jornada de trabalho”, disse ao G1.

Acompanhe a matéria completa no link abaixo:

http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2017/01/em-bo-contra-o-estado-policial-civil-se-diz-submetido-trabalho-escravo.html